Vamos orar?

A oração é a chave do avivamento. Muita oração, muito poder; pouca oração, pouco poder; nenhuma oração, nenhum poder”.

Cresci ouvindo frases como essas. Durante minha adolescência eu achava que essas afirmações eram apenas frases de efeito, jargões evangélicos. Talvez, a imaturidade espiritual me levava a pensar assim.
Orar é falar com Deus. Ok, até aqui, tudo bem. Esta informação é bonita e animadora. Mas, por que na prática, muitas vezes, não funciona?

Quando eu namorava, não tinha problema algum em passar horas ao telefone conversando com minha atual esposa. Falávamos de tudo, fazíamos planos, sonhávamos juntos. Que bom que isso acontece até hoje. Mas, em nossas ligações com Deus, infelizmente não é bem assim. Ouço alguns cristãos dizerem que em cinco minutos já disseram tudo que tinham que falar com Deus e que depois deste tempo todo o assunto se encerrara.

Aparentemente podemos identificar algo de errado: a falta de relacionamento com o Pai tem deixado muitos cristãos em um nível medíocre na fé. Falta amizade com Deus. Como eu vou ser amigo de uma pessoa com quem não converso?

Em toda a Escritura vimos que o Senhor sempre quis se relacionar com o homem: na criação conversando com Adão na viração do dia, com o pai Abraão, Isaque, Israel. Poderia listar uma infinidade de homens admirados por nós que tiveram um bom relacionamento com Deus.

Em minha opinião, o ápice desse relacionamento se deu com a vinda de Cristo, o Emanoel que habitou conosco. Ele fez e ainda faz a parte d’Ele para ser nosso amigo. E nós? Será que estamos fazendo a nossa parte?

“Porque não temos um sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas; porém, um que, como nós, em tudo foi tentado, mas sem pecado. Cheguemos, pois, com confiança ao trono da graça, para que possamos alcançar misericórdia e achar graça, a fim de sermos ajudados em tempo oportuno.” Hebreus 4.15,16.

Invista tempo de qualidade com o seu Sumo Sacerdote. Você vai descobrir coisas surpreendentes. Converse com Ele agora.

Ricardo Moreira

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